Cirurgia reparadora

Boletim 162 / Cirurgia reparadora

RELEMBRANDO – Tratamento das fissuras labiais bilaterais: observações de resultados obtidos pelo uso de técnica pessoal

Os autores apresentam um estudo das fissuras labiais bilaterais analisando sua formação embriogenética e suas características anátomo-funcionais. Destacam as profundas repercussões psicológicas, sociais e econômicas da patologia, que tende a marginalizar seus portadores, criando sérias barreiras para o posicionamento de personalidade e social. Através da análise de 699 casos de fissuras labiais observados na 38a Enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro e da Clínica Ivo Pitanguy, constatou-se que 164 (24%) eram portadores da patologia bilateralmente. Evidenciou-se que mesmo nas classes menos favorecidas o problema assume proporções tão importantes que forçam a procura de recursos médicos precocemente Fazem citações das técnicas cirúrgicas existentes, salientando que para estas o prolábio é sempre o elemento mais importante. Na técnica preconizada, a correção é feita num único tempo cirúrgico, às custas das vertentes laterais que são saturadas na linha média e ascensão de retalho bifurcado do prolábio que vai constituir a columela e soalhos narinários. O princípio básico reside na estruturação de uma cinta muscular efetiva e funcionante, que agindo sobre a premaxila, forma uma faixa elástica de contenção muscular aos vetores de avançamento do vômer, da língua e da expansão da arcada dentária. Obtém-se resultados fisiológico que favorecem em crescimento harmonioso do maciço facial. Observam a evolução dos casos, inicialmente de adultos, avaliando sua aplicabilidade em crianças, facilitando sua readaptação, uma vez que há diminuição do trauma cirúrgico e psicológico. Apresentam esquemas e fotografias, analisando as vantagens da técnica, sua variante, destacando-se a redução do número de cirurgias e sua simplificação, além do fato de se constituir num procedimento de bases anatômicas, funcionais e estéticas muito sólidas.

Originalmente publicado no Boletim de Cirurgia Plástica n. 26, parte da Revista Brasileira de Cirurgia n. 65, jul/ago 1975.

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Reconstrução mamária com o retalho miocutâneo tranverso do abdome monopediculado e previamente autonomizado

Foram examinadas 19 pacientes no período de fevereiro de 1996 a junho de 1997 submetidas à reconstrução mamária com retalho miocutâneo do músculo reto-abdominal monopediculado (TRAM-1), previamente autonomizado. Este procedimento, realizado sob anestesia local duas semanas antes de transposição do retalho, inclui a ligadura dos vasos epigástricos inferiores com descolamento contralateral do retalho. O baixo [indica de complicações sugere que a autonomização précia do TRAM-1 aumenta a vascularização do retalho e consequentemente sua viabilidade e segurança.

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